quinta-feira, 1 de fevereiro de 2007

O fim de todos nós

Na falta de tempo para escrever, vai hoje um velha poesia do João. O começo da história do menino do semi árido fica pra semana que vem. Abraços


Você que zomba de todos, do importante ao plebeu,
Você que é dono de tudo, até do que não é seu,
Você que sonha acordado, que tem o mundo a seus pés,
Sem Deus você é um coitado e a sua vida, um revés,
Uma piada sem graça nas rodas dos cabarés

Você que vive oprimindo o coração de quem quer,
Seja idoso ou menino, seja valente ou mulher,
Você que pensa que vale todo o dinheiro que tem,
Sem Deus você vale nada e mais que nada é ninguém,
É como o fim de uma estrada no pesadelo de alguém...

A vida é como a fumaça, nem bem se fez, se desfaz
E cada instante que passa é um passo a menos e a mais,
Na direção do fim, frio feroz, do fim de todos nós...

Seu riso é puro lamento, seu reino é só escravidão,
O esconderijo dos loucos é crer na própria razão
E um coração orgulhoso é nau perdida no mar,
Não tem destino nem rumo, nem pr'onde ir, nem chegar,
É quase que um desencontro que nunca vai se encontrar...

O grande exemplo do homem está em Cristo, o Senhor,
Que, sendo Dono de tudo, o Seu amor não negou
E Se entregou como um servo, seu próprio sangue verteu,
Pagou o preço da morte, ressuscitou e venceu,
Modificou nossa sorte e a vida eterna nos deu...

Um comentário:

GRAZIELA disse...

Ei lindo!!
Muito boa essa música...e bem verdade!!
Que coincidencia..postei uma do João tbm...
Criei um Blog só pra poder postar nos blogs..rsss...sabe q escrever num é o forte da Ziz..rss
bjão!